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Bolsonaro diz que se houver invasão na Venezuela, consultará Congresso, mas decisão final é dele - Guimaonline

Política

09/04/2019 às 13h45 - Atualizada em 09/04/2019 às 13h45

Bolsonaro diz que se houver invasão na Venezuela, consultará Congresso, mas decisão final é dele

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FONTE: oglobo.globo.com

Bolsonaro sobre Venezuela: decisão final sobre intervenção seria dele Foto: EVARISTO SA / AFP/12-1-2019

Presidente afirma que intenção de Brasil e EUA é criar fissuras no Exército venezuelano

Em entrevista à rádio Jovem Pan, nesta segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro voltou a falar que, segundo os Estados Unidos, “todas as possibilidades” estão sobre a mesa em relação à Venezuela, mas que a intenção dos governos brasileiro e americano é criar fissuras no Exército venezuelano para tirar o apoio dado pelos militares do país ao presidente Nicolás Maduro. Mais cedo, seu vice-presidente, o general Hamilton Mourão, insistiu, em visita a Washington, que a situação tem que ser solucionada pelos venezuelanos .

— O que o Brasil pode fazer? Vamos supor que haja uma invasão militar lá (dos Estados Unidos). A decisão vai ser minha, mas eu vou ouvir o Conselho de Defesa Nacional e depois o Parlamento. A Venezuela não pode continuar como está. Talvez pelo embargo econômico a gente possa pressionar o governo a cair.

Na entrevista, Bolsonaro fez a ressalva de que uma ação militar na Venezuela pode levar a ações de guerrilha, pela topografia do país, e durar tempo demais.

— Como eu disse e fui criticado, quem decide se o país vive numa ditadura ou numa democracia são as Forças Armadas. Quem mantinha o (Hugo) Chávez de pé? Era o Exército da Venezuela, e ponto final.

Nos Estados Unidos, o general Hamilton Mourão garantiu que nenhum dos dois países irá intervir de maneira militar, mas também cobrou das Forças Armadas venezuelanas controle para saída negociada de Maduro e ação sobre os "coletivos" (grupos armados que apoiam o governo).

— Está nas mãos das Forças Armadas venezuelanas controlar e oferecer uma saída para o presidente [Nicolás] Maduro para que se possa convocar eleições livres, de acordo com OEA (Organização dos Estados Americanos). Nossa intervenção não é militar, é política e econômica.

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